Palavras de Jesus Cristo

Jesus Falou: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai a não ser por mim" João 14,6

quinta-feira, 18 de julho de 2013

A ORAÇÃO QUE JESUS NOS ENSINOU



GÊNESIS - DEUS CRIOU A TERRA ( O INICIO)


No princípio, Deus criou os céus e a terra.
A terra estava informe e vazia; as trevas cobriam o abismo e o Espírito de Deus pairava sobre as águas.
Deus disse: "Faça-se a luz!" E a luz foi feita.
Deus viu que a luz era boa, e separou a luz das trevas.
Deus chamou à luz DIA, e às trevas NOITE. Sobreveio à tarde e depois a manhã: foi o primeiro dia.
Deus disse: "Faça-se um firmamento entre as águas, e separe ele umas das outras".
Deus fez o firmamento e separou as águas que estavam debaixo do firmamento daquelas que estavam por cima.
E assim se fez. Deus chamou ao firmamento CÉUS. Sobreveio à tarde e depois a manhã: foi o segundo dia.
Deus disse: "Que as águas que estão debaixo dos céus se ajuntem num mesmo lugar, e apareça o elemento árido." E assim se fez.
Deus chamou ao elemento árido TERRA, e ao ajuntamento das águas MAR. E Deus viu que isso era bom.
Deus disse: "Produza a terra plantas, ervas que contenham semente e árvores frutíferas que dêem fruto segundo a sua espécie e o fruto contenha a sua semente." E assim foi feito.
A terra produziu plantas, ervas que contêm semente segundo a sua espécie, e árvores que produzem fruto segundo a sua espécie, contendo o fruto a sua semente. E Deus viu que isso era bom.
Sobreveio à tarde e depois a manhã: foi o terceiro dia.
Deus disse: "Façam-se luzeiros no firmamento dos céus para separar o dia da noite; sirvam eles de sinais e marquem o tempo, os dias e os anos, e resplandeçam no firmamento dos céus para iluminar a terra". E assim se fez.
Deus fez os dois grandes luzeiros: o maior para presidir ao dia, e o menor para presidir à noite; e fez também as estrelas.
Deus colocou-os no firmamento dos céus para que iluminassem a terra, presidissem ao dia e à noite, e separassem a luz das trevas. E Deus viu que isso era bom.
Sobreveio a tarde e depois a manhã: foi o quarto dia.
Deus disse: "Pululem as águas de uma multidão de seres vivos, e voem aves sobre a terra, debaixo do firmamento dos céus”.
Deus criou os monstros marinhos e toda a multidão de seres vivos que enchem as águas, segundo a sua espécie, e todas as aves segundo a sua espécie. E Deus viu que isso era bom.
E Deus os abençoou: "Frutificai, disse ele, e multiplicai-vos, e enchei as águas do mar, e que as aves se multipliquem sobre a terra”.
Sobreveio à tarde e depois a manhã: foi o quinto dia.
Deus disse: "Produza a terra seres vivos segundo a sua espécie: animais domésticos, répteis e animais selvagens, segundo a sua espécie." E assim se fez.
Deus fez os animais selvagens segundo a sua espécie, os animais domésticos igualmente, e da mesma forma todos os animais, que se arrastam sobre a terra. E Deus viu que isso era bom.
Então Deus disse: "Façamos o homem à nossa imagem e semelhança. Que ele reine sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos e sobre toda a terra, e sobre todos os répteis que se arrastem sobre a terra."
Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher.
Deus os abençoou: "Frutificai, disse ele, e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a. Dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra”.
Deus disse: "Eis que eu vos dou todas ervas que dão semente sobre a terra, e todas as árvores frutíferas que contêm em si mesmas a sua semente, para que vos sirvam de alimento”.
“E a todos os animais da terra, a todas as aves dos céus, a tudo o que se arrasta sobre a terra, e em que haja sopro de vida, eu dou toda erva verde por alimento." E assim se fez.
Deus contemplou toda a sua obra, e viu que tudo era muito bom. Sobreveio à tarde e depois a manhã: foi o sexto dia.
Assim foram acabados os céus, a terra e todo seu exército.
Tendo Deus terminado no sétimo dia a obra que tinha feito, descansou do seu trabalho.
Ele abençoou o sétimo dia e o consagrou, porque nesse dia repousara de toda a obra da Criação.
Tal é a história da criação dos céus e da terra.
No tempo em que o Senhor Deus fez a terra e os céus, não existia ainda sobre a terra nenhum arbusto nos campos, e nenhuma erva havia ainda brotado nos campos, porque o Senhor Deus não tinha feito chover sobre a terra, nem havia homem que a cultivasse; mas subia da terra um vapor que regava toda a sua superfície.
O Senhor Deus formou, pois, o homem do barro da terra, e inspirou-lhe nas narinas um sopro de vida e o homem se tornou um ser vivente.
Ora, o Senhor Deus tinha plantado um jardim no Éden, do lado do oriente, e colocou nele o homem que havia criado.
O Senhor Deus fez brotar da terra toda sorte de árvores, de aspecto agradável, e de frutos bons para comer; e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore da ciência do bem e do mal.
Um rio saía do Éden para regar o jardim, e dividia-se em seguida em quatro braços: O nome do primeiro é Fison, e é aquele que contorna toda a região de Evilat, onde se encontra o ouro.
(O ouro dessa região é puro; encontra-se ali também o bdélio e a pedra ônix.)
O nome do segundo rio é Geon, e é aquele que contorna toda a região de Cusch.
O nome do terceiro rio é Tigre, que corre ao oriente da Assíria. O quarto rio é o Eufrates.
O Senhor Deus tomou o homem e colocou-o no jardim do Éden para cultivá-lo e guardá-lo.
Deu-lhe este preceito: “Podes comer do fruto de todas as árvores do jardim; mas não comas do fruto da árvore da ciência do bem e do mal; porque no dia em que dele comeres, morrerás indubitavelmente”.
O Senhor Deus disse: “Não é bom que o homem esteja só; vou dar-lhe uma ajuda que lhe seja adequada”.
Tendo, pois, o Senhor Deus formado da terra todos os animais dos campos, e todas as aves dos céus, levou-os ao homem, para ver como ele os havia de chamar; e todo o nome que o homem pôs aos animais vivos, esse é o seu verdadeiro nome.
O homem pôs nomes a todos os animais, a todas as aves dos céus e a todos os animais dos campos; mas não se achava para ele uma ajuda que lhe fosse adequada.
Então o Senhor Deus mandou ao homem um profundo sono; e enquanto ele dormia, tomou-lhe uma costela e fechou com carne o seu lugar.
E da costela que tinha tomado do homem, o Senhor Deus fez uma mulher, e levou-a para junto do homem.
“Eis agora aqui, disse o homem, o osso de meus ossos e a carne de minha carne; ela se chamará mulher, porque foi tomada do homem.”
Por isso o homem deixa o seu pai e sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne.
O homem e a mulher estavam nus, e não se envergonhavam.
Assim foram acabados os céus, a terra e todo seu exército.

O DILÚVIO ( O FIM)





 
 
Quando os homens começaram a multiplicar-se na terra e lhes nas­ceram filhas, os fi­lhos de Deus viram que as filhas dos homens eram bonitas, e escolheram para si aquelas que lhes agradaram.

Então disse o Senhor: "Por causa da perversidade do homem, meu Espírito não contende­rá com ele para sem­pre; ele só viverá cento e vinte a­nos".

Naqueles dias, havia nefilins na terra, e também posterior­mente, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens e elas lhes deram filhos. Eles foram os heróis do passado, homens famosos.

O Senhor viu que a perversidade do homem tinha aumentado na terra e que toda a inclinação dos pensamentos do seu coração era sempre e somente para o mal.

Então o ­Senhor arrependeu-se de ter feito o homem sobre a ter­ra, e isso cortou-lhe o coração.

Dis­se o Se­nhor: "Farei desaparecer da face da terra o homem que criei, os homens e também os ani­mais, grandes e pequenos, e as aves do céu. Arrependo-me de havê-los feito".

A Noé, porém, o Senhor mostrou bene­volência.

Esta é a história da família de Noé: Noé era homem justo, íntegro entre o povo da sua época; ele andava com Deus.

Noé gerou três filhos: Sem, Cam e Jafé.

Ora, a terra estava corrompida aos olhos de Deus e cheia de violência.

Ao ver como a terra se corrompera, pois toda a humanidade havia corrompido a sua conduta, Deus disse a Noé: "Da­rei fim a todos os seres humanos, por­que a terra encheu-se de violên­cia por causa deles. Eu os destruirei com a terra”.

Você, porém, fará uma arca de madeira de cipreste; divida-a em compartimentos e revista-a de piche por dentro e por fora.

Faça-a com cento e trinta e cinco metros de comprimento, vinte e dois metros e meio de largura e treze metros e meio de altura.

Faça-lhe um teto com um vão de quarenta e cinco centímetros entre o teto e o corpo da arca. Coloque uma porta lateral na arca e faça um andar superior, um médio e um inferior.

"Eis que vou trazer águas sobre a terra, o Dilúvio, para destruir debaixo do céu toda criatura que tem fôlego de vida. Tudo o que há na terra perecerá.

Mas com você estabelecerei a minha aliança, e você entrará na arca com seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus filhos.

Faça entrar na arca um casal de cada um dos seres vivos, macho e fêmea, para conser­vá-los vivos com você.

De cada espécie de ave, de cada espécie de animal grande e de cada espécie de animal pequeno que se move rente ao chão virá um casal a você para que sejam conservados vivos.

E armazene todo tipo de alimento, ­para que você e eles tenham mantimento".

Noé fez tudo exatamente como Deus lhe tinha ordenado.

 
Gênesis 7

Então o Senhor disse a Noé: "Entre na arca, você e toda a sua família, porque você é o único justo que encontrei nesta geração.

Leve com você sete casais de cada espécie de animal puro, macho e fêmea, e um casal de cada espécie de animal impuro, macho e fêmea,

e leve tam­bém sete casais de aves de cada espécie, macho e fêmea, a fim de preservá-los em toda a terra.

Daqui a sete dias farei chover sobre a terra qua­renta dias e quarenta noites, e farei desaparecer da face da terra todos os seres vivos que fiz".

E Noé fez tudo como o Senhor lhe tinha ordenado.

Noé tinha seiscentos anos de idade quan­do as águas do Dilúvio vieram sobre a terra.

Noé, seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus filhos entraram na arca, por causa das águas do Dilúvio.

Casais de animais grandes, puros e impuros, de aves e de todos os animais pequenos que se movem rente ao chão vieram a Noé e entraram na arca, como Deus tinha ordenado a Noé.

E, depois dos sete dias, as águas do Dilúvio vieram sobre a terra.

No dia em que Noé completou seiscen­tos anos, um mês e dezessete dias, nesse mesmo dia todas as fontes das grandes profundezas jor­raram, e as compor­tas do céu se abriram.

E a chuva caiu sobre a terra quarenta dias e quarenta noites.

Naquele mesmo dia, Noé e seus filhos, Sem, Cam e Jafé, com sua mulher e com as mu­lheres de seus três filhos, entraram na arca.

Com eles entraram todos os animais de acordo com as suas espécies: todos os animais selva­gens, todos os rebanhos domésticos, todos os demais seres vivos que se movem rente ao chão ­e todas as criaturas que têm asas: todas as aves e todos os outros animais que voam.

Casais de todas as criaturas que tinham fôlego de vida vieram a Noé e entraram na arca.

Os animais que entraram foram um macho e uma fêmea de cada ser vivo, conforme Deus ordenara a Noé. Então o Senhor fechou a porta.

Quarenta dias durou o Dilúvio, e as águas aumentaram e elevaram a arca acima da terra.

As águas prevaleceram, aumen­tando muito sobre a terra, e a arca flutuava na superfície das águas.

As águas dominavam cada vez mais a terra, e foram cobertas todas as altas montanhas debaixo do céu.

As águas su­biram até quase sete metros acima das montanhas.

Todos os seres vivos que se movem so­bre a terra pereceram: aves, rebanhos domésti­cos, animais selvagens, todas as pequenas criatu­ras que povoam a terra e toda a humanidade.

Tu­do o que havia em terra seca e tinha nas narinas o fôlego de vida morreu.

Todos os seres vivos foram exterminados da face da terra; tanto os homens como os animais grandes, os animais pequenos que se movem rente ao chão e as aves do céu foram exterminados da terra. Só resta­ram Noé e aqueles que com ele estavam na arca.

E as águas prevaleceram sobre a terra cento e cinquenta dias.

 
Gênesis 8

Então Deus lembrou-se de Noé e de todos os animais selvagens e rebanhos domésticos que estavam com ele na arca, e enviou um vento sobre a terra, e as águas começaram a baixar.

As fontes das profundezas e as comportas do céu se fecharam, e a chuva parou.

As águas foram baixando pouco a pouco sobre a terra. Ao fim de cento e cinquenta dias, as águas tinham diminuído, e, no décimo sétimo dia do sétimo mês, a arca pousou nas montanhas de Ara­rat.

As águas continuaram a baixar até o décimo mês, e no primeiro dia do décimo mês aparece­ram os topos das montanhas.

Passados quarenta dias, Noé abriu a jane­la que fizera na arca.

Esperando que a terra já tivesse aparecido, Noé soltou um corvo, mas este ficou dando voltas.

Depois­ soltou uma pomba para ver se as águas tinham diminuído na superfície da terra.

Mas a pomba não encontrou lugar onde pousar os pés porque as águas ainda cobriam toda a superfície da terra e, por isso, voltou para a arca, a Noé. Ele estendeu a mão para fora, apanhou a pomba e a trouxe de volta para dentro da arca.

Noé esperou mais sete dias e soltou nova­mente a pomba.

Quando voltou ao entardecer, a pomba trouxe em seu bico uma folha nova de oliveira. Noé então ficou sabendo que as águas tinham diminuído sobre a terra.

Esperou ainda outros sete dias e de novo soltou a pomba, mas dessa vez ela não voltou.

No primeiro dia do primeiro mês do ano seiscentos e um da vida de Noé, secaram-se as águas na terra. Noé então removeu o teto da arca e viu que a super­fície da terra estava seca.

No vigésimo sétimo dia do segundo mês, a terra estava completamente seca.

Então Deus disse a Noé: "Saia da arca, você e sua mulher, seus filhos e as mulheres deles.

Faça que saiam também todos os anima­is que estão com você: as aves, os grandes animais e os pequenos que se movem rente ao chão.

Faça-os sair para que se espalhem pela terra, sejam férteis e se multipliquem".

Então Noé saiu da arca com sua mulher e seus filhos e as mulheres deles,

e com todos os grandes animais e os pequenos que se movem rente ao chão ­e todas as aves. Tudo o que se move sobre a terra saiu da arca, uma espécie após outra.

Depois Noé construiu um altar dedicado ao Senhor e, tomando alguns animais e aves puros, ofereceu-os como holocausto, queimando-os sobre o altar.

O Senhor sentiu o aroma agradável e disse a si mes­mo: "Nun­ca mais amaldiçoarei a terra por causa do homem, pois o seu coração é inteiramente inclinado para o mal desde a infância. E nunca mais destruirei todos os seres vivos como fiz desta vez.

"Enquanto durar a terra, plantio e colheita, frio e calor, verão e inverno, dia e noite jamais cessarão".

 Fonte: http://www.bibliaon.com/o_diluvio/

OS DEZ MANDAMENTOS - EXÔDO 20. DE 1 A 17


1 Amar a DEUS sobre todas as coisas.
Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim.
Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.
2 – Não tomar seu Santo Nome em vão, porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.
3 - Guardar domingos e festas.
Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.

4 - Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.
5 - Não matarás.
6 - Não pecar contra castidade - Não adulterarás.
7 - Não furtarás.

8 - Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
9 - Não desejar a mulher do teu próximo.

10 - Não cobiçarás as coisas alheias, ou seja a casa do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

A ÚLTIMA CEIA DE JESUS COM OS APÓSTOLOS




A Última Ceia é o nome dado à última refeição que, de acordo com os cristãos, Jesus dividiu com seus apóstolos em Jerusalém antes de sua crucificação. Ela é a base escritural para a instituição da Eucaristia, também conhecida como "Comunhão".

A Última Ceia foi relatada pelos quatro evangelhos canônicos em Mateus 26:17-30, Marcos 14:12-26, Lucas 22:7-39 e João 13:1 até João 17:26. Além disso, ela aparece também em I Coríntios 11:23-26 . O evento é comemorado na chamada Quinta-feira Santa.

Na Primeira Epístola aos Coríntios está a primeira menção conhecida à Última Ceia. Os quatro evangelhos canônicos afirmam que a Última Ceia ocorreu perto do final da Semana Santa, após a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, e que Jesus e seus discípulos dividiram uma refeição antes que ele fosse crucificado no final da semana. Durante a ceia, Jesus previu sua traição por um dos discípulos ali presente e antecipa que, antes do amanhecer do dia seguinte, o apóstolo Pedro iria negar conhecer Jesus

Os três evangelhos sinóticos e a Primeira Epístola aos Coríntios incluem um relato da instituição da Eucaristia, na qual Jesus reparte o pão entre os discípulos dizendo: "Este é o meu corpo". O Evangelho de João não inclui esta parte, mas afirma que Jesus lavou os pés dos discípulos, dando-lhes um novo mandamento: "Ame os outros como eu vos amei" e reproduz um detalhado discurso de adeus feito por Jesus, chamando os apóstolos que seguiam seus ensinamentos de "amigos e não servos".

Alguns acadêmicos vêem na Última Ceia a fonte das primeiras tradições cristãs sobre a Eucaristia. Outros entendem que o relato é que deriva de uma prática eucarística já existente no século Ie descrito por Paulo.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%9Altima_Ceia

SANTÍSSIMA TRINDADE


          A Santíssima Trindade é um mistério de um só Deus em três Pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo.
         Pai que é Deus, que é Amor: somente o Pai que ama respeita a liberdade de seu filho.
         Filho que é Jesus Cristo: é o Deus visível que se fez homem, nascendo da Virgem Maria para cumprir a vontade de Deus de libertar os homens do pecado.
Jesus é Deus e as principais provas são:

a) O próprio Jesus diz-se Deus (Jo 10, 30 / 14, 7 e Lc 22, 67-70) .
b)  Os milagres eram feitos pelo próprio Jesus, e não por meio de Jesus.
 

    Espírito Santo que é o Amor do Pai e do Filho que nos é comunicado e transmitido. Segundo o CREDO, Jesus foi concebido pelo Poder do Espírito Santo, nascido da Virgem Maria. Maria foi então convidada a conceber Jesus e a concepção de Jesus foi obra do poder do Divino Espírito Santo: "O Espírito virá sobre Ti..." A missão do Espírito Santo está sempre conjugada e ordenada à do Filho, ou seja, toda a vida de Jesus manifesta a vontade do Pai que por sua vez é manifestada pelo Espírito Santo.
          Um fato dos Evangelhos é que os Apóstolos estavam com muito medo após a morte de Jesus. Foi à descida do Espírito Santo sobre eles que os transformou radicalmente e deu coragem para que saíssem anunciando o Evangelho. O mesmo Espírito Santo que deu forças aos apóstolos e mártires é recebido no sacramento da Crisma, e aí está a importância deste sacramento no fortalecimento da Fé e na profissão do Cristianismo de cada um.

O Dogma da Santíssima Trindade
          A Trindade é Una; não professamos três deuses, mas um só Deus em três Pessoas. Cada uma das três Pessoas é a substância, a essência ou a natureza divina, As pessoas divinas são distintas entre si pela sua relação de origem: o Pai gera; o Filho é gerado; o Espírito Santo é quem procede. Ou seja, ao Pai atribui-se a criação ao Filho atribui-se a Redenção e ao Espírito Santo atribui-se a Santificação.
         Resumindo, o mistério da Santíssima Trindade é o mistério central da fé e da vida cristã. Só Deus pode nos dar a conhecer, revelando-se como Pai, Filho e Espírito Santo.
         Pela graça do Batismo "Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo" somos chamados a compartilhar da vida da Santíssima Trindade, aqui na Terra na obscuridade de nossa fé e para além da morte, na luz eterna. Pela Confirmação ou Crisma, como o próprio nome diz, somos chamados a confirmar essa fé ora recebida para que, além de vivermos segundo a Palavra de Deus, darmos testemunho dela e levá-la por toda à parte.

Fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/catequese/crisma/apostila/01/imaculada/verdades/06.htm

OS CINCO MANDAMENTOS DA IGREJA

           Os cinco mandamentos ou preceitos da Igreja Católica (não confundir com os Dez Mandamentos da Lei de Deus), na sua forma atual, foram estabelecidos pelo Papa João Paulo II e promulgados em 2005 pelo Papa Bento XVI, onde suprimiu-se o termo "dízimos" do quinto mandamento (pagar dízimos conforme o costume), cujo sentido real era, obviamente, uma contribuição segundo as possibilidades de cada um, e não uma taxação ou imposto sobre os rendimentos.

Os cinco mandamentos ou preceitos da Igreja são:
1. Participar na Missa, aos domingos e festas de guarda e abster-se de trabalhos e atividades que impeçam a santificação desses dias.

Os dias santos de guarda ou preceito que podem não ser no domingo são dez:



19 de Março - Solenidade de São José

Ascensão de Jesus (data variável - quinta-feira da sexta semana da Páscoa)

Corpus Christi (data variável - 1ª quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade)






  1. Confessar os pecados ao menos uma vez cada ano.
  2. Comungar o sacramento da Eucaristia ao menos pela Páscoa.
  3. Guardar a abstinência e jejuar nos dias determinados pela Igreja:
            Dias de jejum: Quarta-feira de Cinzas e Sexta-feira Santa.

Dias de abstinência de carne ou de qualquer outra comida determinada pela conferência episcopal: todas as sextas-feiras, principalmente as da Quaresma, a não ser que uma solenidade seja numa sexta-feira.
5. Atender às necessidades materiais da Igreja, cada qual segundo as suas possibilidades.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Cat%C3%B3lica

O SANTO SUDÁRIO



















O Sudário de Turim, ou o Santo Sudário é uma peça de linho que mostra a imagem de um homem que aparentemente sofreu traumatismos físicos de maneira consistente com a crucificação. O Sudário está guardado na Catedral de Turim, na Itália, desde o século XIV.2 Pertenceu desde 1357 à casa de Saboia que em 1983 o doou ao Vaticano. A peça é raramente exibida em público, a última exposição foi no ano 2010 quando atraiu mais de 50 mil fiéis.

O Sudário é um dos acheiropoieta (grego bizantino: "não feito pelas mãos") e vários cristãos acreditam que seja o tecido que cobriu o corpo de Jesus Cristo após sua morte. A imagem no manto é em realidade muito mais nítida na impressão branca e negra do negativo fotográfico que em sua coloração natural. A imagem do negativo fotográfico do manto foi vista pela primeira vez na noite de 28 de maio de 1898 através da chapa inversa feita pelo fotógrafo amador Secondo Pia que recebeu a permissão para fotografá-lo durante a sua exibição na Catedral de Turim.

A origem da peça conhecida como Santo Sudário tem sido objeto de grande polémica. Para descrever seu estudo geral, os pesquisadores cunharam o termo "sindonologia", do grego σινδών—sindon, a palavra usada no evangelho de Marcos para descrever o tipo de tecido comprado por José de Arimateia para usar como mortalha de Jesus.

O sudário é uma peça retangular de linho com cerca de 4,5 metros de comprimento e 1,1 de largura. O tecido apresenta a imagem de um homem de 1,83 metros de altura  que parece ter sido crucificado, com feridas consistentes com as que Jesus sofreu antes de sua crucificação no relato bíblico.

A 28 de maio de 1898, o fotógrafo italiano Secondo Pia tirou a primeira fotografia ao sudário e constatou que o negativo da fotografia assemelhava-se a uma imagem positiva do homem, o que significava que a imagem do sudário era, em si, um negativo.
 

E O VERBO SE FEZ CARNE


Deus se fez homem e veio morar conosco; dignou-se assumir a nossa humanidade para nos resgatar do pecado e da morte. O Infinito se fez finito; o Forte se fez fraco, o Imortal se revestiu de nossa mortalidade. É o maior acontecimento da História da humanidade; mas infelizmente muitos a desconhecem; e outros, pior ainda, a deprezam e zombam dela. A Encarnação do Verbo, Filho de Deus, não significa que Jesus Cristo seja em parte Deus e em parte homem, nem que ele seja uma mistura do divino com o humano. Ele é verdadeiramente homem permanecendo verdadeiro Deus. Ele assimiu a natureza humana sem perder a divindade. São João Crisóstomo (†407), o grande santo doutor da Igreja, mártir patriarca de Constantinopla, rezava:


"Ó Filho Único e Verbo de Deus, sendo imortal, vos dignastes por nossa salvação encarnar-vos da Santa Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, vós que sem mudança vos tomastes homem e fostes crucificado, ó Cristo Deus, que por vossa morte esmagastes a morte, sois Um da Santíssima Trindade, glorificado com o Pai e o Espírito Santo, salvai-nos!".

A liturgia do Advento diz que “Ele veio uma primeira vez revestido de nossa fragilidade para realizar seu eterno plano de amor e abrir-nos o caminho da salvação. Revestido de sua glória ele virá uma segunda vez para conceder-nos em plenitude os bens prometidos que hoje, vigilantes, esperamos”.

O Verbo se fez carne para “tornar-nos participantes da vida divina” (2Pe 1,4).

Santo Irineu (†202) disse:
"Pois esta é a razão pela qual o Verbo se fez homem, e o Filho de Deus, Filho do homem: é para que o homem, entrando em comunhão com o Verbo e recebendo, assim, a filiação divina, se torne filho de Deus". (Adv. haer. 3, 19,1)

O Verbo se fez carne para a nossa salvação.

O Credo niceno-constantinopolitano, confessa:
"E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem" .

O grande Santo e Padre da Igreja, São Gregório de Nissa, do século IV, expressou bem:
“Doente, nossa natureza precisava ser curada; decaída, ser reerguida; morta, ser ressuscitada. Havíamos perdido a posse do bem, era preciso no-la restituir. Enclausurados nas trevas, era preciso trazer-nos à luz; cativos, esperávamos um salvador; prisioneiros, um socorro; escravos, um libertador. Essas razões eram sem importância? Não eram tais que comoveriam a Deus a ponto de fazê-lo descer até nossa natureza humana para visita-la, uma vez que a humanidade se encontrava em um estado tão miserável e tão infeliz?” (Cat. §457)

"Foi Ele que nos amou e enviou-nos seu Filho como vítima de expiação por nossos pecados" (1Jo 4,10). "O Pai enviou seu Filho como o Salvador do mundo" (1Jo 4,14). "Este apareceu para tirar os pecados" (1Jo 3,5).

A Carta aos Hebreus fala deste mistério profundo; sacrifícios de animais, e mesmo de um simples homem, não poderia salvar a humanidade; então o Verbo se fez homem.

“Por isso, ao entrar no mundo, ele afirmou: Não quiseste sacrifício e oferenda. Tu, porém, formaste-me um corpo. Holocaustos e sacrifícios pelo pecado não foram de teu agrado. Por isso eu digo: Eis-me aqui... para fazer a tua vontade”. (Hb 10,5-7; Sl 40,7-9)”

O Verbo se fez carne para que conhecêssemos o amor de Deus.

"Nisto manifestou-se o amor de Deus por nós: Deus enviou seu Filho Único ao mundo para que vivamos por Ele" (1 Jo 4,9). "Pois Deus amou tanto o mundo, que deu seu Filho Único, a fim de que todo o que crer nele não pereça, mas tenha a Vida Eterna" (Jo 3,16).

O Verbo se fez carne para ser nosso modelo de santidade.

"Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim..." (Mt 11,29). "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida; ninguém vem ao Pai a não ser por mim" (Jo 14,6). E o Pai, no monte da Transfiguração, ordena: "Ouvi-o" (Mc 9,7). Jesus é o modelo e a norma da Nova Lei: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei" (Jo 15,12).

A fé na Encarnação do Filho de Deus é a marca fundamental da fé cristã. São João disse:

“Quem é mentiroso senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Esse é o Anticristo, que nega o Pai e o Filho” (1Jo 2, 22) “Todo espírito que não proclama Jesus esse não é de Deus, mas é o espírito do Anticristo de cuja vinda tendes ouvido, e já está agora no mundo”. (1 Jo 4,3).

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12139